Nova
Igreja, porquê?
Conforme podemos ler na página "História"
o decreto episcopal, a sede provisória da paróquia
era, à data do decreto de erecção, o
Convento de S. Bernardino. Fotos
da sua Igreja Nova ->>
Nessa época foram envidados esforços a fim de
que se construísse um templo novo mais acessível
e geograficamente mais bem situado. Neste aspecto é
de salientar que o Convento de S. Bernardino, ligado à
história do povoamento da Madeira no século
XV e particularmente ao Franciscanismo, está
situado junto a um ribeiro e no extremo sul da paróquia.
Desde os primeiros anos da vida paroquial e, ao
longo da sua história como paróquia, foi imediatamente
constatada a oportunidade e a acuidade de uma infra-estrutura
e nomeadamente uma nova igreja, por diversos motivos, a saber:
- o número crescente da sua população,
pois era na área desta paróquia que se constatavam
áreas territoriais livres para construção;
- o número de praticantes e de crentes cristãos;
- a vitalidade da vida paroquial expressa na adesão
de muitas pessoas a movimentos e a grupos paroquiais.
 Porém, somente nos finais do ano de 1996 foi adquirido pela Fábrica da Igreja Paroquial de Santa Cecília um terreno no sítio da Torre ao Banif, depois de analisado e debatido pelos organismos paroquiais, nomeadamente pela Comissão de Obras da Paróquia, e depois de ter sido consultado o Bispo diocesano, o qual apoiou sem reservas e desde logo esta operação de aquisição. A Escritura do terreno foi lavrada na Conservatória do Registo Predial do Funchal a três de Abril de 1997. O valor pecuniário desta operação de aquisição custou à paróquia 75.000.000$00 (setenta e cinco milhões de escudos), sendo que este valor foi na sua totalidade coberto pelos fundos paroquiais. De ressalvar que foi devido à acção e ao empenho dos paroquianos que se conseguiu atingir esta primeira etapa da grande meta que é a construção da nova Igreja.

Assim, podemos
afirmar com propriedade que a esmagadora maioria da
população da paróquia desde o primeiro
instante apoiou incondicionalmente esta iniciativa.
Notaram-se, todavia, alguns focos muito localizados e diminutos
de pessoas que se opuseram à perspectiva de uma nova
Igreja.
Esta consensualidade de opiniões quanto à construção de uma nova sede para esta paróquia deve-se essencialmente a quatro razões fundamentais:
- O Convento de S. Bernardino foi sempre considerado a
sede provisória da paróquia;
- facto de a Capela do Convento ser extremamente
exígua, pois não comporta mais de 150 pessoas
sentadas; além disso, não existem infra-estruturas,
nem possibilidade de construção, para dar
resposta a todas as acções sociais, culturais
e cultuais que a paróquia desenvolve;
- ao facto de a referida capela se encontrar geograficamente fora dos grandes aglomerados populacionais ( na margem sul da paróquia);
- e sobretudo ao facto de um crescimento significativo e galopante da população desta comunidade paroquial conforme se verificará mais adiante. De passagem, constatamos o facto de em 1960 viverem na área geográfica desta paróquia 4219 pessoas e actualmente serem mais de 9500. De salientar que actualmente verifica-se a construção de diversos edifícios para habitação: apartamentos, habitações familiares, habitação social.
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